Em 2026, álcool e drogas ao volante continuam a ser um dos maiores riscos nas estradas portuguesas.
Entre janeiro e junho, morreram 225 pessoas em acidentes de viação. É mais 11,4% do que no mesmo período de 2025. Os dados, ainda provisórios, são da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).
Até 13 de julho, a contagem já ultrapassava os 265 mortos. São mais 36 do que no ano anterior.
Por trás dos números está sempre o mesmo fator: o consumo de álcool e de substâncias psicotrópicas antes de conduzir.
Para empresas com frotas próprias, ou com colaboradores que se deslocam em serviço, isto não é só uma estatística. É um risco operacional, legal e humano. E pode ser gerido.

A campanha “Taxa Zero ao Volante” trouxe dados reveladores. Foi promovida pela ANSR, com a GNR e a PSP, em agosto de 2026.
Em cada 100 vítimas de acidentes autopsiadas em Portugal, em 2025, 28 tinham álcool acima do limite legal. Destas, 78% apresentavam um valor considerado crime.
Só na última semana da campanha, as autoridades registaram 2.876 acidentes. Houve 948 feridos e 10 mortos. Foram feitos mais de 37 mil testes de álcool em todo o país.
Em 2025, o total rondou os 2,1 milhões de testes. 1,6% deram positivo. À escala nacional, isso são dezenas de milhares de condutores acima do limite.
Aliás, o padrão repete-se em períodos de maior circulação. Na operação “Páscoa 2026”, a GNR e a PSP registaram mais de 2.300 acidentes em quatro dias. Houve 18 mortos e quase 800 feridos.
Mais de 630 condutores foram detidos por conduzirem embriagados nesse período.
Além disso, há um padrão sazonal a considerar. O terceiro trimestre concentra mais de 30% das vítimas mortais em Portugal. Mas não reúne uma proporção equivalente do total de acidentes.
Ou seja: os meses de verão são também os mais graves. É quando aumentam as deslocações profissionais e o consumo social de álcool.
Para empresas de transporte, logística e distribuição, é o período em que os controlos preventivos fazem mais diferença.
O álcool continua a ser o fator mais estudado. Mas a fiscalização de álcool e drogas ao volante tem ganhado terreno.
Concretamente, os artigos 152.º a 157.º do Código da Estrada já preveem a deteção de canabinóides, cocaína, opiáceos e anfetaminas. É feita através de testes rápidos de saliva, suor ou urina. São aplicados pelas forças de segurança.
O teste de álcool é quantitativo: mede a concentração exata. Já o teste de drogas é qualitativo. Indica apenas presença ou ausência da substância.
Por isso, o equipamento usado tem de ser fiável e homologado. Assim, vale tanto para as autoridades como para as empresas.

Para gestores de frota e responsáveis de segurança, o consumo de álcool e drogas ao volante traduz-se em três riscos concretos:
– Risco legal. Um acidente de trabalho com um condutor sob o efeito de álcool ou drogas pode gerar responsabilidade civil. Nalguns casos, também criminal. O risco agrava-se sem políticas internas documentadas.
– Risco operacional. Um acidente com um veículo comercial significa, no mínimo, imobilização e atrasos. Também pode danificar a mercadoria transportada.
– Risco reputacional e humano. Um incidente associado à marca tem custos difíceis de reverter. E há sempre um impacto humano sobre o colaborador e a família.
O impacto não se limita à condução. Um artigo do blog da Tecniquitel sobre o consumo de drogas pesadas em Portugal mostra isso mesmo. Trabalhadores com problemas de consumo faltam significativamente mais dias ao trabalho.
Por isso, um ambiente laboral livre de álcool e drogas protege pessoas. E protege também o negócio.
Os alcoolímetros profissionais e os testes de deteção de drogas são cada vez mais uma ferramenta de gestão de risco. Na verdade, não servem apenas para a fiscalização policial.
Empresas com frotas — transportadoras, distribuidoras, empresas de construção — podem implementar controlos internos em vários momentos:
– Antes do turno, sobretudo em funções de condução profissional ou operação de máquinas;
– Aleatoriamente, como parte de uma política de segurança consistente;
– Após qualquer incidente ou quase-acidente, para apurar causas;
– No regresso ao trabalho, após baixas relacionadas com consumo de substâncias.

A escolha do equipamento certo é determinante. Um alcoolímetro com sensor eletroquímico calibrado dá resultados fiáveis e repetíveis.
Na prática, são essenciais para decisões com implicações disciplinares ou legais. É aqui que entra o papel de um fornecedor especializado como a TECNIQUITEL. A empresa trabalha em engenharia e segurança industrial desde 1977.
Para despistagens rápidas — antes de um turno, por exemplo — um alcoolímetro de rastreio costuma ser a opção mais equilibrada. Sobretudo com sensor eletroquímico. Dá o melhor equilíbrio entre custo e fiabilidade.
O Alcoolímetro de Despistagem DriveSafe é um bom exemplo. Mede a concentração de etanol no ar expirado. O resultado aparece em três formatos: numérico, gráfico de barras e sinal semafórico.
Quando o resultado pode sustentar uma decisão disciplinar, ou um processo legal, é preciso um equipamento homologado.
O Alcoolímetro Evidencial NAM-19 enquadra-se neste grupo. Mede a alcoolemia com um sensor eletroquímico de nova geração. Regista mesmo situações de recusa de teste.
É o tipo de equipamento usado por forças de segurança, hospitais e empresas de segurança privada. O mesmo critério deve aplicar-se a uma política interna de testes.
Para a deteção de drogas, os testes de saliva multi-painel são a opção mais prática em contexto empresarial. Não são invasivos e não exigem infraestrutura sanitária. Dão um resultado em poucos minutos.
A Tecniquitel disponibiliza equipamento de deteção de drogas de abuso. Identifica várias substâncias em simultâneo, como canabinóides, cocaína, opiáceos e anfetaminas.
O blog da Tecniquitel detalha como funciona a despistagem de drogas de abuso em fluidos orais. Explica também os cuidados a ter na recolha da amostra.
Seja qual for o equipamento escolhido, vale a pena confirmar que está homologado. Deve ter manual de calibração e verificação periódica. Sobretudo se os resultados puderem servir de base a decisões disciplinares.

Testar colaboradores para álcool ou drogas não é uma zona cinzenta arbitrária. De facto, está sujeito a princípios de proporcionalidade e não discriminação. E também de proteção de dados, porque envolve informação de saúde.
Na prática, uma política interna de testes deve respeitar algumas regras:
– Estar prevista em regulamento interno, comunicado a todos os colaboradores;
– Ser aplicada de forma objetiva, com critérios definidos antecipadamente;
– Tratar os resultados como dados de saúde, nos termos do RGPD;
– Prever um procedimento claro para resultados positivos, com direito de contraprova.
Assim, estas exigências reforçam a importância de usar equipamento homologado. Um alcoolímetro sem garantias metrológicas enfraquece qualquer política interna. E transforma um instrumento de prevenção num risco jurídico.
A Tecniquitel trabalha em engenharia e segurança industrial desde 1977. Ao longo destas décadas, tem fornecido equipamento de deteção e proteção a forças de segurança e hospitais. Também a empresas industriais e frotas privadas em Portugal.
Para uma política interna de testes, a empresa disponibiliza o equipamento certo. Alcoolímetros de rastreio, alcoolímetros evidenciais e testes de deteção de drogas. Com apoio técnico para calibração e manutenção.
Desta forma, é possível montar um programa de prevenção consistente. Sem depender de dispositivos avulsos e sem garantias metrológicas.
Pode consultar a gama completa de equipamento de despistagem e confirmação de alcoolemia no site da Tecniquitel. Ou contactar diretamente a equipa, para desenhar uma solução à medida da sua frota.
Implementar um programa de testes não é apenas comprar equipamento. Também envolve definir critérios claros e comunicar a política aos colaboradores. E aplicar os procedimentos de forma justa e consistente.
Ainda assim, o ponto de partida é sempre o mesmo: dispor de instrumentos de medição fiáveis e homologados.
A sinistralidade rodoviária continua a agravar-se em 2026. Além disso, o álcool continua associado a mais de um quarto das vítimas mortais autopsiadas.
Por isso, investir em prevenção deixou de ser um extra. Em suma, álcool e drogas ao volante são um risco que qualquer empresa com condutores ao seu serviço pode gerir. E deve gerir.